Arquivo de Alerta

Penhorar bens do endividado em 24 horas

Recentemente foi divulgada uma notícia gerada por um grande jornal paulista, informando que o devedor bancário pode ter seus bens confiscados em apenas 24 horas e, por conta desta, recebi dezenas de e-mail’s de pessoas que, apavoradas, quase entraram em pânico, como se esta regra fosse um ato generalizado e aplicável em massa a todos que na situação de débito se encontram, principalmente com os bancos, mas, quero acrescentar, que não há motivos para desespero, pois, mesmo não tendo sido divulgadas na matéria, nestes processos existem muitas regras a serem cumpridas e certamente o juiz responsável observará atentamente a todas elas e fatalmente, conforme ditames de leis que balizam igualdade nas relações de consumo, o cidadão consumidor de bem, será beneficiado e, sem terrificar o fato, devemos dar créditos aos jurisconsultos, que bem conduzirão os fatos para que prevaleça a reciprocidade ampla que cada caso requer, respeitando e considerando a vulnerabilidade do consumidor bancário. Leia o texto na íntegra »

Penhora dos bens do devedor bancário

“Veja quais são os bens que não podem ser penhorados para pagar dívidas”

Os bancos costumam utilizar técnicas de ameaça para “aterrorizar” clientes inadimplentes.

É comum o devedor receber ligações telefônicas grosseiras com ameaças de que acaso não seja paga a dívida “um oficial de justiça irá até sua casa e vai penhorar seus bens e até sua casa que serão vendidos em leilão para pagamento da dívida”.

Muitas pessoas ficam realmente apavoradas, porque não conhecem os seus direitos, muito menos quais os bens que não podem ser penhorados para pagamento de dívidas e pensam que na manhã seguinte haverá um oficial de justiça com 2 policiais para levar todos os seus bens e lhes retirar da casa que será vendida na parte da tarde. Leia o texto na íntegra »

Serasa não é tribunal de justiça

O cidadão brasileiro tem por tradição ser bom pagador e sempre honrar suas contas a pagar e quando fica inadimplente, geralmente, este fato ocorre por motivos de força maior e independente da sua vontade, como doenças ou fatores sociais que o empurram para esta chata condição, fatores estes, suficientes para que não lhes sejam atribuídas culpas, uma vez que, na verdade seria uma vítima em potencial de fato. Leia o texto na íntegra »