Conscientização


Os bancos ao longo dos anos vêem se aperfeiçoando em cometer extremismos e a extrapolar em cima do cidadão comum, a cada  dia  eles  praticam  mais  exageros  existindo  até na prática uma certa concorrência no sentido de abusar, um abusa mais do que o outro, e o que é mais engraçado, é que ninguém, nenhuma autoridade faz nada.   Alguns funcionários de alguns bancos até admitem, mas alegam que todos fazem o que bem entendem, e toda a sociedade sabe disso. Se você refletir sobre os serviços bancários antes de optar pelos mesmos, poderá até decidir em não assinar qualquer contrato, pois se  tiver visão de uma outra saída para seus planos,  é melhor do  que  correr riscos, pois a um banco você jamais conseguirá modificar alguma cláusula contratual, você ou aceita todas ou no  máximo  poderá  recusa-las no total, isso apenas para contratos novos, pois  se  você já tiver um contrato  e ficou inadimplente, terá que aceitar o que  o  banco  lhe propuser e pagar  ou então consultar um advoga do, que poderá abrir um processo demorado e cansativo, mas que poderá até te dar ganho de causa, mas para isso lhe cobrará um valor muito alto as vezes até maior  do  que  sua  dívida,  o que não vem a ser viável, já que os próprios advogados  nos  alertam  a  estes  detalhes. Se você insistir e mesmo assim quiser levar o caso adiante pelos caminhos da justiça, por uma questão moral,  será  como todos, um processo cansativo e demorado e mesmo que lhe seja dado ganho de causa por indenização a danos morais causados por tratamento desrespeitosos, o valor  a  receber não compensará, pois as indenizações  têm  valores limitados pela justiça, portanto é sempre mais prático, e menos trabalhoso, ser preventivo. Diante de tudo isso não podemos fazer muita  coisa  a  curto  prazo, no  máximo conscientizarmos uns aos outros, evitar  sempre  que  pudermos  alguns  serviços  bancários, e tornar público todas as ilegalidades cometidas pelos mesmos, esclarecendo-as a um maior número  possível de  pessoas, para também alertar as autoridades do Brasil, da  necessidade  urgente  urgentíssima de uma reforma do sistema bancário aí presente.