Histórico

Este Portal faz parte do ideal de um cidadão brasileiro comum, que como todos, sonha com uma sociedade mais justa e digna, conforme os ditames da nossa Constituição Federal.

É a esperança viva no tremular de sua bandeira, de um perene exercício de cidadania e visa contribuir com a comunidade, levando como escritor e ferramenta de transformação social, um pouco de auxílio ao cidadão consumidor, no que se refere aos seus direitos em relação aos serviços prestados pelos bancos e instituições financeiras em geral, quando nesta relação desigual, obscura e unilateral é tratado como verdadeiro escravo, pois, além de ser o único gerador da matéria prima que mantém cheios os cofres dos bancos e ainda, é esfolado vivo através da cobrança de tarifas, taxas e encargos múltiplos e indemonstráveis, insolentemente exageradas e distantes dos limites oficiais e dos limites da realidade do povo trabalhador brasileiro.

É o embrião de uma “Saga”, lançada no livro “Escravos dos Bancos” e a radiografia de um pedaço rasgado da cidadania, onde o autor aprendeu a caminhar em busca de fazer valer os seus direitos como consumidor e a exercer sua cidadania dividindo seu aprendizado com a sociedade, com o seu povo, através das experiências pessoais adquiridas nos casos reais quando cliente de bancos, onde foi vitima de abusos, exageros e descasos, pois onde deveria ter sido assistido, já que seria cliente destes bancos e deixara seu dinheiro nos mesmos e além de pagar todos os tipos de taxas e tarifas, na verdade foi explorado e sugado até o bagaço, vindo no decorrer dos anos a ficar mais pobre como a maioria dos cidadãos trabalhadores brasileiros.

“É mais um tijolo na base de sustentação da construção de um ideal e importante ferramenta no preparo do terreno para acolher a semente da construção de uma nova cidadania, que alimentada por uma grande vontade de mudança de atitude, brotará o respeito de maneira plena, frutificando o direito sagrado de justiça social ao alcance de todos”.

É o brado retumbante de um brasileiro que tenta elevar o seu conceito de reciprocidade até o ápice do pendão da sua esperança, superando o limite da intolerância capitalista e a unilateralidade dos interesses ditatoriais financeiros operantes em nossa sociedade.