Ideal

Para se libertar desta ditadura monárquica econômica dos bancos, temos que dar o grito simbólico de liberdade, que é a união de ideias e conceitos de cultura e civismo, juntos e conscientes seremos uma sociedade mais forte e unidos por uma ideia e empunhados da mesma bandeira, poderemos comungar o exercício de cidadania, somos livres e temos o direito de sonhar e de defender esses sonhos, temos também o direito de se organizar para ajudar uns aos outros, podemos e devemos fazer esta ajuda crescer e se multiplicar, tornando-se numa fortaleza de conhecimento cívico e social, pois vale a pena lembrar que as melhores e maiores ideias do homem, surgem nos momentos difíceis, devido ao brilhantismo da mente humana em superar e transpor barreiras e situações adversas.

É tempo de mudanças e a época é bem oportuna para plantarmos a semente de uma reforma bancária urgente urgentíssima e faremos isto é passando de boca em boca, conscientizando as pessoas no metrô, na rua, nos pontos de ônibus e no trabalho, até chegar a despertar a atenção dos nossos governantes e assim dar início às mudanças.

Uma reforma bancária não deverá dar nada a ninguém e a sociedade não quer nada de ninguém mesmo, apenas anseia é o espírito de liberdade em todos os sentidos, o ressurgimento da ética, da boa fé e dos bons costumes também nas relações bancárias, o uso de transparência e responsabilidade e o respeito ao consumidor, o incentivo à concorrência saudável entre os bancos, enfim, que seja implantada uma forma, que venha a valorizar dignamente o trabalhador o cidadão comum, que este sim é a base de tudo na sociedade, este sim é nobre e é dele que depende e precisam os bancos e está na hora destes mesmos bancos mudarem seus conceitos e lembrar que humildade nos negócios não atrapalha em nada e se usada somente melhorará a relação banco cliente e a soma disto, será bons negócios para todos.

O cidadão consumidor evoluiu muito, cresceu bastante nos últimos tempos, é ele o responsável por todas as mudanças recentes no Brasil e no mundo, pois com a cabeça globalizada mesmo que não tenha muito recurso, bens ou diplomas, mas procura se informar para manter-se atualizado e mesmo que a economia o deixe mais pobre, mas ele tem sede de cultura e conhecimento e procura aprender com as experiências vividas e passa-las para frente, fazer escola, repartir o aprendizado e ser abnegado.

Portanto, por mais que o cidadão evolua, não poderá jamais esquecer que o progresso, deverá ser sempre para servir o próprio ser, pois na terra tudo vem do trabalho do homem para o próprio homem.