Marcos Antonyo Lima

Um agente de transformação social, defensor dos Direitos Sociais e dos Direitos do Consumidor Bancário, - o principal exorcista de banco$ no Brasil: > Um cidadão comum preocupado com as questões que assolam a nossa sociedade, principalmente as desigualdades que criam um abismo obscuro e profundo entre o presente e o futuro dos cidadãos.

Um apaixonado pela sua Nação, porém, inconformado com o enorme volume de falhas e vícios existentes nesse olimpo social que tanto penaliza os mais fracos, quando deveria na verdade acolher.

Um brasileiro que tenta a seu modo, e, dentro das suas possibilidades, contribuir com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, sugerindo e apresentando soluções de fato, e não somente se contentando em reclamar.

Autor do Livro/Denúncia “E$cravo$ dos Banco$”, entre outros, com apoio institucional da Comissão de Defesa do Consumidor/OAB.SP, e do Conselho Episcopal Regional/SP-Sul1 CNBB, recebendo os cumprimentos do Exmo. Vice-Presidente da República Sr. Jose Alencar, pelo inequívoco exercício de cidadania plena, com exemplares encaminhados à CDDC Assembléia de SPaulo, ao Congresso Nacional, ao Grupo de Estudos Sobre Bancos OAB.SP, à Fundação Procon.SP, ao FMI, à UNESCO, à CEPAL-ONU, e ao Gabinete Pessoal da Presidência da República do Brasil.

Autor ainda, entre outros a publicar, dos livros “Febem.SP-Universidade do Crime, Sucursal do Inferno, ou Casulo de Cidadãos”, “Consumidor, aprenda a enfrentar os Bancos”, “Batendo de frente com os Bancos”. - Colunista do Jornal “Hoje” de Carapicuíba.SP e dos portais www.Sosconsumidor.com.br, e www.gBolso.com.br

Conselheiro em Direitos Humanos, licenciado pela Comissão Municipal de Direitos Humanos de São Paulo, autor do projeto de criação do “Conselho Municipal dos Direitos do Consumidor Bancário/SP” junto à CMDH/SP.

“Um pesquisador social voltado para temas polêmicos com a intenção apocalíptica de contribuir com a lapidação da nossa sociedade, por entender que as soluções para as questões de relacionamentos sociais, nem sempre, dependem do ordenamento jurídico, mas muito e sim, da convicção e bom senso ético dos cidadãos que deverá sempre se balizar nas tradições familiares e na doutrina cristã, pregada pelo maior cidadão de todos os tempos, que em aramaico, semeou a igualdade plena para a humanidade, o ‘Exmo. Sr. Jesus Cristo de Nazaré”.

Um brasileiro que nunca baixa a guarda ou foge da sua condição cidadã, ou jamais se rende diante dos inúmeros obstáculos surgidos, por entender que, independente da profissão, cargo, ou função social que ocupemos, seria primordial, defendermos a manutenção dos caminhos da justiça, todavia, acima de tudo, estão os bons princípios éticos, e as tradições da família cristã, e ainda, o amor próprio e o respeito à nossa própria consciência, pois, sem isso, e sem o espírito coletivo de civismo, jamais poderemos classificar um aglomerado de pessoas como sociedade de fato. 

Suas armas são a noção do espaço que ocupa na sociedade, sabendo dos seus limites e abraçando a idéia que o dever antecede o direito, servir a Pátria sem nada pedir, conhecer os ditames que delineiam as regras do jogo, ter a obrigação de ser probo para cobrar e exigir de cara limpa para estar acima de qualquer suspeita, e ainda, respeitar, para assim exigir o respeito pretendido. -> Um Brasileiro de coração e profissão.

marcos@escravosdosbancos.com.br